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Liturgia foi tema de tarde formativa para leigos

Em 1981, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), na 19ª Assembleia Geral, instituiu agosto como o Mês Vocacional. De lá para cá, cada domingo do mês de agosto é dedicado à celebração de uma determinada vocação. No primeiro, celebra-se sacerdócio e os ministérios ordenados; no segundo, o matrimônio junto à semana da Família; no terceiro, a vida consagrada, e por fim, no quarto, a vocação dos Leigos.

Uma das vocações do Leigo é o serviço nas equipes de Liturgia, um fruto feliz da renovação litúrgica do Concílio Vaticano II. E para bem servir é importante estar preparado, por isso, foi ministrada uma Oficina de Liturgia no sábado (04/08) para 102 inscritos por padre Manoel Filho. A tarde foi marcada por um clima de alegria, abertura, fraternidade e aprendizado durante toda a oficina que estudou a Introdução Geral ao Missal Romano.

De fato, a reforma teve o mérito de enfatizar a participação dos fiéis na liturgia, como direito e como dever, dada a sua condição de batizados, inseridos que foram no mistério de Cristo, quando, sacramentalmente, renascem para uma vida nova, também ela essencialmente missionária, a serviço e a caminho do Reino.

Os membros de uma equipe litúrgica devem estar conscientes não só de sua participação na Liturgia, que deve ser sempre mais plena, mas também de que estão voltados para o serviço do louvor de Deus e santificação dos homens, dimensão essencial da Liturgia, o que supõe não só atitude orante, mas também preparação e disposição.

Para padre Manoel, a ideia de fazer um curso voltado para a Liturgia da Igreja é para não só atender uma necessidade de quem serve com a liturgia, mas para todo o fiel que deseja melhor celebrar conhecendo como tudo funciona. “A Liturgia é para ser vivida e a Palavra para ser escutada. Na Liturgia nada é por acaso”, explica.

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