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Paróquia Ascensão do Senhor ganha vigário paroquial


Após três meses da sua posse como vigário paroquial da igreja Ascensão do Senhor, padre Bento Viana faz um balanço da sua chegada na comunidade e afirma que seu sentimento é de profunda gratidão. Ele conta que padre Manoel em uma das suas homilias, no tempo do Natal, disse que a Ascensão é a paróquia do abraço. “Foi dessa forma que me senti ao chegar aqui, profundamente abraçado e muito bem acolhido”, afirma.

Padre Bento, que completou 22 anos de ordenação sacerdotal em janeiro deste ano, conta que recebeu este nome aos 21 anos quando entrou como postulante no Mosteiro de São Bento na Bahia, onde permaneceu por aproximadamente 18 anos. Nessa época, após fazer um discernimento, pediu ao abade para fazer uma experiência fora do mosteiro. Após seis anos, foi encardinado pelo Cardeal Dom Geraldo Majella Agnelo como membro da Arquidiocese de São Salvador da Bahia em 5 de janeiro de 1997.

Durante seus 22 anos de ordenação, padre Bento passou por muitos lugares. Foi capelão na escola Medalha Milagrosa, vigário da paróquia São Gonçalo do Retiro, acumulou as funções de capelão do hospital São Rafael (onde está até hoje) com a administração paroquial da paróquia Divino Espírito Santo, no Vale dos Lagos, onde depois tornou-se vigário paroquial. E no dia 2 de outubro de 2018, foi empossado vigário paroquial da Ascensão do Senhor.

“Tenho muita afinidade do ponto de vista pastoral com padre Manoel. Admiro e já acompanhava seu trabalho e iniciativas aqui na Ascensão. Admiro o protagonismo que ele exerce junto com essa comunidade paroquial, que se destaca pela sua missão e pelo compromisso exercido pelos paroquianos. Peço a Deus que meu trabalho aqui seja frutuoso e minha permanência ajudando o padre Manoel e a comunidade seja duradoura”, afirma padre Bento.

Mas afinal, qual a diferença entre pároco e vigário paroquial?

Muitas pessoas possuem dúvidas sobre o papel do pároco e do vigário paroquial dentro de uma paróquia. Padre Bento explica que o vigário é auxiliar do pároco. “É um substituto, alguém que pode fazer às vezes do pároco na sua ausência. Participa ativamente da vida da paróquia, é membro nato do conselho de economia, do conselho de pastoral e deve estar sempre atento às necessidades da paróquia sempre em concordância com as diretrizes do pároco”, pontua.

De acordo com o Direito Canônico, conjunto de leis e regulamentos da Igreja Católica, o pároco é o pastor próprio da paróquia que lhe foi confiada, e presta a cura pastoral à comunidade que lhe foi entregue, sob a autoridade do Bispo diocesano, do qual foi chamado a partilhar o ministério de Cristo, para que, em favor da mesma comunidade, desempenhe o múnus de ensinar, santificar e governar, com a cooperação ainda de outros presbíteros ou diáconos e com a ajuda de fiéis leigos, nos termos do direito. (Can, 519).

Já o Vigário Paroquial, quando for necessário ou oportuno para que a cura pastoral da paróquia seja devidamente desempenhada, podem ser associados ao pároco um ou vários vigários paroquiais, como cooperadores do pároco e participantes da sua solicitude que, sob a sua autoridade, de comum acordo e trabalho, prestem auxílio ao mesmo no ministério pastoral. (Can. 545).