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Devoção ao Coração de Jesus


  • Waldete Lima e sua família

Desde muito criancinha recebi grande influência cristã por parte de minha família extremamente católica, na qual se respirava e vivia sob as exortações do evangelho na prática e oração. A imagem do Coração de Jesus na nossa sala não era apenas decorativa ou simbólica. Era presença de um Deus misericordioso.

Hoje, aos 66 anos, considero minha confiança total no Coração de Jesus da mesma forma de quando criança. Acredito que o fato da minha orfandade tenha ajudado a cultivar esse amor. Durante a minha vida, muitas vezes senti o sabor das lágrimas de arrependimento por ter ofendido a Esse tão Amável Coração.

E no misto de sofrimento e esperança, confio plenamente o que me foi ensinado: por maior que seja o meu pecado, seguido de um verdadeiro arrependimento, para Deus é apenas uma gotinha no meio do oceano de misericórdia.

Foi naturalmente, sem imposição às minhas filhas, vejo-as cultivando essa devoção com semelhante confiança. Agora, entendo porque esse movimento do Apostolado da Oração tem na sua maioria associados idosos. É uma forma de agradecer tantas bênçãos recebida por toda uma vida: "Pedi, receberás. Batei e vos será aberta" (Mt: 7,7).

Waldete Lima

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