ADS

Ser cristã leiga no mundo dos negócios e em tempos de crise


  • Katiane Cunha

A nossa caminhada de vida não faz o menor sentido se não for uma caminhada de propósito, seja ela pessoal e/ou profissional, afinal de contas como seguir adiante sem saber para onde iremos? É preciso ter objetivos e buscar incessantemente cumprir cada etapa do plantio, para por fim podermos realizar nossa colheita. Pois bem, acontece que nada disso faz o menor sentido sem o maior propósito de todos em nossa vida que é a nossa espiritualidade, a chama da Fé que nos move, o amor incondicional de Deus que não pode ser explicado mas sim vivenciado, e sem ele nós não estamos completos para seguir adiante e tão pouco saber de fato para onde iremos.

Quem de nós nunca se deparou com a dúvida de qual direção seguir, e clamou a Deus pela sua interseção? O fato é que como cristãos, e ainda leigos é preciso aprofundar a nossa Fé para que sejamos cada vez mais capazes de ouvir, ver ou sentir os sinais de Deus em nossas vidas, para que aí sim, tenhamos a tranquilidade de seguir.

Quando pensamos no mundo dos negócios, um ambiente tão desafiador quanto a própria vida, é sempre bom lembrar que precisamos sair do “automático” para entender qual está sendo o nosso real papel naquilo que conseguimos ou não alcançar, porque muitas vezes passamos tanto tempo sem perceber que para alcançar novos, melhores ou diferentes resultados é preciso não apenas nos tornarmos profissionais melhores, mas sim pessoas melhores, afinal de contas como podemos cobrar de uma equipe ou de nós mesmos aquilo que ainda não alcançamos dentro de nós?

É preciso que despertemos o Viver do amor de Deus dentro de nós, com quem nos relacionamos a cada dia, reconhecer os sinais de Jesus no nosso cotidiano, e trazer junto conosco todos aqueles que fazem parte da nossa caminhada, entendendo que se Deus enviou Jesus para ser instrumento do seu amor na Terra com tamanha simplicidade, nós também temos a capacidade de nos inspirar e traduzir esse exemplo nas nossas vidas.

Nos últimos anos temos enfrentado momentos de provações em todos os setores e segmentos da economia, atingindo cada um de nós de maneira diferente. E aí, como nos posicionar mediante os desafios, qual caminho seguir, insistir, recomeçar, reinventar, mudar ...? Eis que todas essas são opções, mas a grande certeza que temos que ter é que desistir não é uma delas; o medo não é um sentimento de Deus, mas sim a coragem deve ser o gatilho do nosso despertar para ser a própria manifestação dos planos de Deus, e perseverar para vencer.

Katiane Cunha, empresária e membro da Pastoral do Empreendedor da Paróquia Ascensão do Senhor

Voltar